domingo, 8 de novembro de 2009

Oito degraus que levou a queda de Pedro.

A historia de Pedro revela-nos como o Senhor na sua fidelidade, adverte os que são seus.

Vamos aprender um pouco com a queda de Pedro!

Pegue sua Bíblia e acompanhe conosco

1º A auto confiança -> Lc.22:33

2º Falta de vigilância -> Lc.22:45

3º Agindo de forma carnal -> Lc.22:50 , Jo.18:10,11

4º A distancia -> Lc.22:54

5º Juntar e assentar com ímpios -> SL.1:1, Lc.22:55

6º Esconder-se atraz de mentiras -> Lc.22:58

7º Praguejar e Jurar -> Mc.14:71

8º Negar o Senhor -> Lc.22:57-62

Restauração de Pedro - >Jo.21:15-17

Jesus restaura Pedro e o encarrega de uma missão Especial.

Assim também ele quer restaurar á sua vida e te usar como vaso na obra dele.

Abra o teu coração pra Jesus amém.

Pastor Valtemir

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A necessidade de receber e transmitir a salvação

Romanos 3:23.

A salvação de cada pessoa é individual; depende de uma decisão!
A decisão deve ser feita com livre e espontânea vontade.
Cada pessoa tem a opção e abraçar ou rejeitar a Salvação.

A salvação de nossa alma é uma grande responsabilidade que pesa sobre nós.
Deus “colocou nossa Salvação em nossas próprias mãos” como se ela fosse uma jóia de grande valor.
Prestaremos conta desta “jóia”; se a perdermos, pode ser grande nossa condenação diante de Deus, ao ouvirmos de sua boca a profunda pergunta: o que é feita de tua alma.

Se desprezarmos e ignorarmos a Salvação teremos enorme peso de culpa, porque estaremos ignorando o próprio Jesus Cristo de nossas vidas.
Jesus pagou um alto preço por nossas vidas.

Sejamos mais interessados do que já somos pela salvação de nossa alma e a Salvação daqueles que ainda não são salvos.
Não há desculpas para quem perder a oportunidade de Salvação. Quando Jesus levar a Igreja e fechar a porta, muitos ficaram para trás e não adiantará clamar, pois já é tarde.
Mt. 25:10-13; Rm. 6:23; II Co. 6:2.


Pr. Valtemir Martins Teixeira





segunda-feira, 31 de agosto de 2009

GUERRA ESPIRITUAL

Todo o cristão está exposto á guerra espiritual, uns mais do que outros, pelo o motivo e forma que se envolvem com trabalho do Senhor. Por exemplo: aquelas pessoas que se dispõe a ganhar almas, estão tirando do território inimigo, vidas que estão presas, e é claro que o inimigo dará o contra ataque.
Satanás não quer que as pessoas tomem conhecimento do plano de salvação. II CO 10:3-5
A arma mais forte que satanás usa contra o projeto de salvação é a cegueira espiritual. II CO 4:4

NÃO DESCONSIDERE A INFLUÊNCIA DE SATANÁS, POIS ELE É CONSIDERADO:

  • Príncipe deste mundo Jo 14:30
  • Ladrão, assassino, e destruidor JO 10:10
  • Mentiroso Jo 8:44
  • Violento I Pd 5: 8
  • Acusador Ap 12: 10
  • Enganador II Co 11:14
Ele conhece a vida do servo de Deus,ele conhecia a vida, a família e até os bens de Jó. Jó 1:10

domingo, 2 de agosto de 2009

Porque confessar Pecados


Diversas vezes na Bíblia, encontramos casos de servos de Deus que confessaram seus pecados, ou mandamentos sobre esta prática. Por que confessar nossos pecados?

ŒDevemos confessar os nossos pecados a Deus para receber perdão. (1 João 1:8-9).

A confissão aqui é feita pelo cristão ao Srº.Deus, com ajuda do Advogado Jesus Cristo.

Alguns pecados não precisam ser confessados a outros homens, mas todos precisam ser confessados ao Senhor para receber o perdão dele.

Devemos confessar os nossos pecados às pessoas que ofendemos. :(Lc. 17:3-4). Jesus mostrou que tal confissão é necessária para receber o perdão do irmão ofendido

ŽDevemos confessar os nossos pecados às pessoas que podem nos ajudar. (Atos 8:24).

Quando Simão reconheceu seu erro, ele pediu as orações de Pedro Tiago disse: (Tiago 5:16).

 Pecados conhecidos por outros precisam ser confessados para restabelecer a comunhão. Mateus 18:15-17.
A cada etapa, a pessoa ou aceita a correção ou recusa ouvir. Como sabemos a diferença?

A pessoa teria que falar, ou confessando o seu pecado II Sm.12:13.
ou negando a sua culpa.I Sm.15:20.

Se confessar o pecado e pedir perdão na primeira conversa com uma pessoa, o problema será resolvido. Se outras pessoas forem envolvidas, tentando corrigir o pecador, ele terá que confessar diante delas, também, para tirar qualquer obstáculo à comunhão com os irmãos. Assim, pode chegar ao ponto de confessar o pecado à igreja toda.
Quando isso acontece, o irmão arrependido deve ser perdoado e recolhido com amor, pois o diabo ainda estará tentando destrui-lo II.Cor. 2:5-11

terça-feira, 7 de julho de 2009

O pródigo que ficou em casa


“Ora, o filho mais velho estivera no campo; e quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo.

E ele informou: Veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo” (Lucas 15:25-27).

É aqui que a trama da parábola do filho pródigo engrossa.
A localização da história de Jesus torna evidente que independente de quanto é comovente a saga do filho mais novo, o filho mais velho é o verdadeiro foco da parábola.
Foi dito como resposta a acusação orgulhosa da elite religiosa judia de que Jesus expôs o seu verdadeiro caráter através da sua companhia—“pecadores” notórios e ladrões.
A sua acusação na verdade fez mais em revelar o seu próprio orgulho hipócrita e sem piedade do que qualquer falha no Senhor, um fato que não era provável que reparassem.

E foi da preocupação por eles, não pelos “pecadores” desprezados, que esta grande parábola surgiu—uma história de um filho esbanjador, um pai de coração partido e um irmão que se recusou a se reconciliar com qualquer um deles.

Como poderiam não ser tocados por esta história comovente a respeito do amor de um pai por um filho desviado e a sua alegria com a recuperação deste filho? Não eram eles pais também? Não seria isso que eles teriam feito?

O filho mais velho, de início não tem um papel grande na história.
Quando seu pai, a pedido de seu irmão, divide os seus pertences, ele simplesmente recebe dois terços da riqueza do seu pai que era, como primogênito, dele de direito (Dt. 21:17).
Se ele compartilhou a dor do seu pai com a partida repentina do seu irmão ou o seu anseio por ele durante a sua ausência, não nos contaram.Ele estava cuidando dos negócios na fazenda.

Enquanto o seu irmão tolo estava gastando muito dinheiro numa rebeldia grande, ele era a alma da indústria.

Ele era respeitável e responsável.
O seu irmão era sem valor, sem perdão. Ele era bom, seu irmão era mal. Em contraste, o irmão mais velho encontrou seu sentido e seu valor. Foi o que tornou seu mundo ordenado e lhe deu sentido.

Mas agora repentinamente acaba toda esta ordem.
O seu irmão esbanjador voltou; não para a vergonha, como certamente merecia, mas para música e danças!
A raiva do irmão mais velho estava muito forte diante de tal injustiça. Para a sua diligência e fidelidade, não havia tido nenhuma comemoração nem festividades, nem um cabrito!

Mas agora para este jovem imoral e sem valor, uma alegria extasiada! Era completamente errado!

O convite do seu pai para que ele entrasse e se juntasse a comemoração:
para ele era uma total estupidez.O seu pai era tão tolo quanto seu irmão era um libertino.

Era uma violação de tudo que era justo e correto e ele não chegaria perto de tal insanidade.
Com sua reação ele não só demonstra o seu desprezo por seu irmão que esteve desviado, mas também pelo seu pai, que sempre havia sido fiel.

Para o homem que lhe criou e lhe deu tudo o que possuía não havia nem respeito nem compaixão.

A sua autojustiça orgulhosa (“sem jamais transgredir uma ordem”) e ambição para si mesmo se mostram de forma crua.

Era uma cena feia; e era isso que Jesus queria mostrar.
O menino que ficou em casa era tão pródigo quanto seu irmão mais novo. Ele havia vivido todo este tempo comendo as espigas secas da auto-justiça enquanto, como seu pai o lembrou, “tudo o que é meu é teu”. Não era por merecer que ele teria toda esta abundância, mas pelo amor do seu pai. Tudo que ele precisava era ter pedido.

Esta grande parábola é a imagem de duas figuras:
Deus na sua grande bondade e misericórdia e o fariseu na sua miserável mesquinhez espiritual.Como o irmão mais velho, o Fariseu não servia a Deus porque O amava mas porque trouxe a ele um sentido incrível de superioridade pessoal.

Ele era abjetamente pobre no seu merecimento imaginário quando ele poderia ser rico pela graça de Deus.Como o irmão mais velho via o seu irmão mais novo os fariseus olhavam com desprezo os “pecadores” socialmente desprezados e jamais viam a sua própria pobreza espiritual.

A verdade é que eram, de longe, piores que os publicanos e “pecadores” com os quais acusavam Jesus porque aqueles excluídos freqüentemente reconheciam o seu estado pecador—algo de que nenhum Fariseu com respeito próprio seria culpado. Assim, como uma vez Jesus lhes disse, “publicanos e meretrizes vos procedem no reino de Deus” (Mateus 21:31).

Porém mesmo assim Deus os ama, e pede a eles que venham para a festa. Que Pai maravilhoso!

sábado, 4 de julho de 2009

combatendo um bom combate para ser vencedor

Logo após Davi ser ungido Rei, começaram as lutas em seu chamado – I Samuel 16:7-13.
Na luta contra o gigante Golias, Davi é vencedor.
Davi enfrentou o gigante com bastante coragem e confiança.
Esta coragem e confiança de Davi basearam-se em alguns pontos importantes – I Samuel 17:37.
Davi era bendito de Deus.

Davi enfrentou Golias com muita coragem, mas Golias não era mais perigoso do que o urso e o leão (I Samuel 17:33ao 35).

3 realidades da coragem de Davi:

treinamento
ferramentas
confiança

A primeira realidade da coragem de Davi :foi o treinamento, Davi havia treinado em coragem, ele não teve treinamento militar, mas foi treinado cuidando de ovelhas defendendo-as dos ursos e leões; Golias não era mais perigoso do que ursos e leões. (I Samuel 17:33 ao 35).
Havia outros moços com treinamentos e ferramentas semelhantes as de Davi, a diferença era que Deus escolheu Davi.
O descuido de nosso treinamento: as vezes descuidamos de nossos treinamentos e ferramentas, quando somos chamados a confiar em Deus – I Tm. 4:16; II Tm. 1:6; Hb. 2:4; I Pd. 4:10.

A segunda realidade da coragem de Davi era a ferramenta que ele tinha em suas mãos. Devemos conhecê-las muito bem – Mc. 12;24; Mt. 22:29; Ef. 6:10-17.
Saul oferece ajuda a Davi – I Samuel 17:38-39, mas Davi as rejeita.
As armas do gigante precisavam de uma pessoa p/ carregar, mas as armas que Deus nos dá nós mesmos carregamos em nossos corações.

A terceira realidade da coragem de Davi foi a confiança, Dt. 20:1- 4; I Sm. 17:37,46; Sl. 33:16-22.
O Espírito do Senhor estava sobre ele – I Sm 16:13 ao 18.
Deus é poderoso para fazer tudo muito mais que pedimos e pensamos – Ef. 3:20

Unção contagiante – I Samuel 17;52,53.

Pr. Valtemir Martins Teixeira

domingo, 14 de junho de 2009

Vida devocional do servo de Deus

Vida devocional não é apenas ir a Igreja ou trabalhar na mesma ocupando um cargo.
Vida devocional é você criar um tempo para se dedicar a Deus em oração e jejum. (falar com Deus).
A devoção é algo que acontece naturalmente na vida do servo de Deus diariamente; ninguém suportaria morar com alguém e ficar sem conversar todos os dias. Assim é Deus; se nós vivemos em Cristo Jesus é necessário que nós dialoguemos com ele. (oração).

Vida de oração: ser forte quando o perigo chegar, o homem a mulher de Deus tem que estar preparado para enfrentá-los.
Quando você está na batalha não há tempo de você ficar treinando, o soldado tem que estar forte e preparado para guerrear com ousadia e por em prática tudo o que ele aprendeu e praticou.

Vida de leitura da Palavra: I Timóteo 4:13; o estudo da palavra desenvolve a vida espiritual do homem e de Deus.
Revelação completa da vontade de Deus. Salmo 119:97-100.
A falta de conhecimento da palavra de Deus leva destruição e rejeição da parte de Deus. Oséias 4:6.
Conhecimento da palavra traz libertação – João 8:32.
A vida devocional do homem de Deus tem que ser constante em oração, jejum, consagração e leitura bíblica.

Pr. Valtemir Martins Teixeira